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Boletim/Aviso Circular 01/10 |
25-01-2010 |
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Estacao de Avisos do Dao |
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VINHA
Escoriose A escoriose é uma doença que provoca fendilhamentos nos entrenós da base dos pâmpanos, contribuindo para a quebra de lançamentos e perda de gomos (olhos) na zona afectada. Nos casos mais severos conduzirá a atraso na entrada em produção e diminuição da mesma. Outra consequência será a perda de madeira para a poda do ano seguinte. Neste período de Inverno (repouso vegetativo) a sua sintomatologia é verificada pela existência de fendas nos primeiros entrenós da vara, apresentando muitas vezes um aspecto esbranquiçado com pontuações negras de tamanho minúsculo. Para prevenção e controlo desta doença deverão, nesta altura, ser tomadas as seguintes providências:
1. Antes da poda, deve assinalar as videiras afectadas, podando-as separadamente das restantes; 2. Remova e queime as varas afectadas. Se as varas das restantes videiras se apresentarem sãs, poderão ser trituradas e incorporadas no solo; 3. Não enxerte com garfos provenientes de cepas ou vinhas atacadas; 4. Na poda curta ou de talão, em videiras afectadas, convém deixar um ou dois gomos a mais do que o normal devido à deficiente rebentação dos gomos da base da vara.
PESSEGUEIRO
Lepra Após a poda e antes do abrolhamento realize um tratamento com um produto à base de cobre. |

| MACIEIRA
Cancro Cancros são feridas que surgem e evoluem sobre o tronco e ramos, devido principalmente à acção de fungos, mas também ao frio ou a danos ocasionais resultantes dos amanhos agrícolas. Com o passar do tempo e se não for efectuada qualquer operação que os controle, terão tendência a alastrar podendo pôr em risco a viabilidade da planta. As presentes condições climatéricas de frio e chuva intensa favorecem o aparecimento e desenvolvimento desta doença. Para prevenir o seu desenvolvimento e proliferação, deverá o sr. Agricultor adoptar as seguintes práticas: 1. Deve assinalar as árvores afectadas pela doença, podando-as separadamente das restantes, procurando eliminar todos os ramos doentes; 2. Os cancros de maior dimensão devem ser raspados até alcançar madeira sã, pincelando depois as feridas resultantes com uma pasta elaborada a partir de um fungicida com cobre; 3. Todo o material doente proveniente da poda e da raspagem deve ser removido e destruído, podendo o material são ser triturado e incorporado no solo. |
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